MAQUIAGEM
Quero tirar a maquiagem
da bagagem
e arrancar a máscara
tão ácida
Quero rever meu sorriso
nesse grito
sem pressentir a agonia
dessa sinfonia
chamada vida
partida,
bipolar
Não tenho medo,
nem tenho lar
sou uma pena
leve
que se atreve
a flutuar
e mergulhar
nesse precipício
um início
desolador
ecos e cacos
mundo deserto
perdas e lutos
recomeçar
da bagagem
e arrancar a máscara
tão ácida
Quero rever meu sorriso
nesse grito
sem pressentir a agonia
dessa sinfonia
chamada vida
partida,
bipolar
Não tenho medo,
nem tenho lar
sou uma pena
leve
que se atreve
a flutuar
e mergulhar
nesse precipício
um início
desolador
ecos e cacos
mundo deserto
perdas e lutos
recomeçar
Outros poemas de participantes
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
O Consolo parte II
O Consolo de uma vida depende de seu bom coração e da formosura -querendo por demais seus encantos nelas ficarem - permanentes sempre …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
A beleza de teus seios.
Oh... minha amada quero você junto a mim - como as pétalas de rosas que estão a nascer - em uma manhã de claridade surreal - onde a bel…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*