Desamores
Nenhum amor sem vida
É a nossa morte
Nenhum amor em vida
É amor sem sorte
Renasça sempre que assassinado
Amores meus que me fazem sofrer
Não desperdiço mais meu coração
invisto apenas em me bem querer
Aprenda sempre à cada desamor
E ame sem desperdiçar teu eu
Escolhe a dedo quem vai te ferir
Ou fuja para sempre, amor meu
Nenhuma amor na vida é amor de morte
Nenhum amor na vida é desperdício
Sabeis que amor não exige amor de volta?
Ou tens, nos desamores, o teu vício?
É a nossa morte
Nenhum amor em vida
É amor sem sorte
Renasça sempre que assassinado
Amores meus que me fazem sofrer
Não desperdiço mais meu coração
invisto apenas em me bem querer
Aprenda sempre à cada desamor
E ame sem desperdiçar teu eu
Escolhe a dedo quem vai te ferir
Ou fuja para sempre, amor meu
Nenhuma amor na vida é amor de morte
Nenhum amor na vida é desperdício
Sabeis que amor não exige amor de volta?
Ou tens, nos desamores, o teu vício?
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Coruja Doce ê..
Julian Lael
Porque inteligência é tão braba, Não há como fugir dela pinguim; E age na surdina, logo acaba, Com o intelecto do mai…
Julian Lael
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*