Feixe
As luzes das casas distantes
São alcançadas por esses olhos
Daqui da varanda
A chama da vela se move
Com o vento
Que entra pela fresta da janela de vidro
Grito a todos os meus antigos e futuros
amores
Somos vivos
Que glória
A música, a luz, os olhares
As temperaturas
Meus pés nas águas de outono
Meu amor indecifrável à todas as
flores
Vozes femininas cantam dos meus poros
Minhas glândulas emergem do
tempo e causa desconhecidos
Um feixe de oxigênio
Das narinas
Celebrando a existência
Minutos
numa varanda, no sul
um
início de inverno
ensolarado
São alcançadas por esses olhos
Daqui da varanda
A chama da vela se move
Com o vento
Que entra pela fresta da janela de vidro
Grito a todos os meus antigos e futuros
amores
Somos vivos
Que glória
A música, a luz, os olhares
As temperaturas
Meus pés nas águas de outono
Meu amor indecifrável à todas as
flores
Vozes femininas cantam dos meus poros
Minhas glândulas emergem do
tempo e causa desconhecidos
Um feixe de oxigênio
Das narinas
Celebrando a existência
Minutos
numa varanda, no sul
um
início de inverno
ensolarado
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