Da bailarina em passos
a bailarina
nas esquinas dos sustenidos
inventa todas as ruas
e afazeres dos sentidos
como uma andorinha
a bailarina flutua
e inventa nas asas
uns trejeitos de lua
satélite e garça
no seu corpo declara
todos os cosmos
do engenho e da alma
e adormece no ócio
como uma frase exausta
que suas pernas escrevem
nas entrelinhas da valsa
nas esquinas dos sustenidos
inventa todas as ruas
e afazeres dos sentidos
como uma andorinha
a bailarina flutua
e inventa nas asas
uns trejeitos de lua
satélite e garça
no seu corpo declara
todos os cosmos
do engenho e da alma
e adormece no ócio
como uma frase exausta
que suas pernas escrevem
nas entrelinhas da valsa
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Mudança de rumo.
Ser triunfante na vida , não significa sempre vencer... é também saber perder. É saber mudar de direção na hora certa... é abraçar uma ca…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Bodas de prata.
Minhas palavras são sinceras extremamente verdadeiras , quando digito aqui ... neste pequenino espaço o grande amor que sinto por ti , m…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Primeira namorada.
Mal posso esperar por você nesta madrugada... onde impera toda minha ansiedade - declarar que te amo , mesmo estando zangada. Pois para m…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Liberdades e opioides
As chaves rodam soturnas, esperançosas de um voltar tardio Lá fora, o fumo passa ao dedo, em rodas, onde querem ver e ser vistos Circulam…
Rafael Gonçalves