Acre deleite
Acre deleite
Aquela a quem amei de coração
Levou de mim a esperança e a virtude.
Na parva alucinação da juventude
Parti para bem longe, após seu não
Amei-a cheio de amor, o quanto pude
Aquela chama até hoje me consome
É labareda ardente, o seu nome,
Porque o destino comigo, é tão rude
Porque o puro amor, tanto se engana
Na chama vivaz, que engana e erra
A alma e a razão, sentido insana
Perdi-me, ao provar do seu amor
Hoje, vejo o nada que ele encerra
E o acre deleite que traz o amor !
São Paulo, 20/01/2014
Armando A. C. Garcia
Visite meu blog:
brisadapoesia.blogspot.com
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski