A RAZÃO OU SER FELIZ
A RAZAO OU SER FELIZ
Ednaidegp
O sopro da vida dar início a uma passagem, transição que devemos fazer o melhor, tentativas de acertos, experiências no sofrer, recomeço no amor.
A vida acontece com sua grandeza e as pessoas obrigatoriamente com o dever de saber conduzi-la, recebemos características biológica, semelhantes e mesmo na particularidade univitelino, ainda assim, possuímos nossas individualidades pessoais, somos dotados de habilidades para fazer avaliações de maneira correta, usar o juízo, o bom senso, fazer valer a singularidade, assim, “o que nos leva ao chão nos ergue... acreditamos no melhor do outro até que nos prove o contrário... só podemos responder pelo exato momento que vivemos... a beleza de uma águia só se ver em pleno voo, der a liberdade e será livre... serei sempre a incógnita de quem não acreditar no amor mas, serei sempre a certeza de quem já amou... não me ensine o que não queira que eu faça com você...”.
As pessoas estão constantemente a procura de respostas, de equilíbrio, de saberes e nesse inesgotável desejo um ego acentuado. A razão ou ser Feliz? Faça sua escolha.
Alguns acreditam que não podemos viver sem justificativa, cujo o conhecimento supera qualquer sentimento, que a objetividade domina a subjetividade, e que é justo dizer que para alcançar a felicidade devemos usar a razão, porém a prosperidade não é necessariamente igual ao do outrem, o que é certo para um não é necessariamente para o outro e excluir a razão não impede de ser feliz, porque reconhecer seu próprio limite é nobre e “a felicidade plena não pertence a esse mundo”.
Um dia sofremos, nos tornamos forte, nos leva ao progresso espiritual, no outro, ao sorriso, pois a alegria é a resposta do que se aprendeu com a dor, “nada dura para sempre” e se ser feliz é também dar o direito ao outro, obviamente abdicar é usar a inteligência, um estar ligado ao outro intrinsecamente, o intelecto e a emoção, estamos num lúdico das gangorras, ou simplesmente respondendo as linhas tênue dos batimentos cardíacos, hora na certeza, hora no gozo da paixão, em momentos de glória, em momentos de aflição.
Ednaidegp
O sopro da vida dar início a uma passagem, transição que devemos fazer o melhor, tentativas de acertos, experiências no sofrer, recomeço no amor.
A vida acontece com sua grandeza e as pessoas obrigatoriamente com o dever de saber conduzi-la, recebemos características biológica, semelhantes e mesmo na particularidade univitelino, ainda assim, possuímos nossas individualidades pessoais, somos dotados de habilidades para fazer avaliações de maneira correta, usar o juízo, o bom senso, fazer valer a singularidade, assim, “o que nos leva ao chão nos ergue... acreditamos no melhor do outro até que nos prove o contrário... só podemos responder pelo exato momento que vivemos... a beleza de uma águia só se ver em pleno voo, der a liberdade e será livre... serei sempre a incógnita de quem não acreditar no amor mas, serei sempre a certeza de quem já amou... não me ensine o que não queira que eu faça com você...”.
As pessoas estão constantemente a procura de respostas, de equilíbrio, de saberes e nesse inesgotável desejo um ego acentuado. A razão ou ser Feliz? Faça sua escolha.
Alguns acreditam que não podemos viver sem justificativa, cujo o conhecimento supera qualquer sentimento, que a objetividade domina a subjetividade, e que é justo dizer que para alcançar a felicidade devemos usar a razão, porém a prosperidade não é necessariamente igual ao do outrem, o que é certo para um não é necessariamente para o outro e excluir a razão não impede de ser feliz, porque reconhecer seu próprio limite é nobre e “a felicidade plena não pertence a esse mundo”.
Um dia sofremos, nos tornamos forte, nos leva ao progresso espiritual, no outro, ao sorriso, pois a alegria é a resposta do que se aprendeu com a dor, “nada dura para sempre” e se ser feliz é também dar o direito ao outro, obviamente abdicar é usar a inteligência, um estar ligado ao outro intrinsecamente, o intelecto e a emoção, estamos num lúdico das gangorras, ou simplesmente respondendo as linhas tênue dos batimentos cardíacos, hora na certeza, hora no gozo da paixão, em momentos de glória, em momentos de aflição.
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