NÃO SÓ VER, ENXERGAR
NÃO SÓ VER, ENXERGAR
Ednaidegp
O momento nos pede mais, um silêncio talvez, uma melhor reflexão: para que viemos aqui? porque de fato escolher está cada vez mais necessário e tênue? Ser seletivo, compreensível, perspicaz e bastante consequente. O momento é de dor, é de medo, ou é um “nada “aos olhos do que que pouco ver.
Eu saio ou fico, eu te aponto ou aponto-me, sou essencial ou é você... tantas incertezas em tão pouco espaço de tempo, questão de segundos tudo findou. Acaba-se a vida de alguém ou o projeto sonhado.
Um inimigo invisível de capacidade gigantesca, pronto aniquilar o mundo, separou, distanciou, mudou o dia a dia radicalmente, mas o que se pode adquiri desse contexto? Principalmente no inesperado? O que estava sendo tão fácil, mais ainda ficou, e o que difícil parecia tornou-se em maior obstáculo.
Se vejo meus princípios como ferramentas para realizar meu sonhos, a modernidade diz o contrário, se uso de vias contemporâneas, posso causar impacto. Não somos o que dizemos, mas o que fazemos. A verdadeira intenção dos atos são camuflados, pois simplesmente ainda sobrepõe o que convém. Ver a dor do outro não é a mesma coisa de enxergar “(Rubens Alves - Precisa ser aprendido. Nietzsche - a primeira tarefa da educação é ensinar a ver. O zen-budismo concorda, e toda a sua espiritualidade é uma busca da experiência chamada "satori", a abertura do "terceiro olho". Cummings escreveu: "Agora os ouvidos dos meus ouvidos acordaram e agora os olhos dos meus olhos se abriram)”.
Na ingenuidade solitária apenas minha imaginação aflorava, sem sentido, aguçados pensamentos de um ser corpóreo, mas impercebivelmente viajava num fio “fluídico” em direção a conexão de outros seres, criaturas divinas, certamente... Para a minha felicidade descobri a tempo que “enxergar” não foi, não é e nunca será privilegio meu. Posso tropeçar em pedras e não passar de simples pedras, mas posso sofrer o dano e aprender a construir com elas.
Ednaidegp
O momento nos pede mais, um silêncio talvez, uma melhor reflexão: para que viemos aqui? porque de fato escolher está cada vez mais necessário e tênue? Ser seletivo, compreensível, perspicaz e bastante consequente. O momento é de dor, é de medo, ou é um “nada “aos olhos do que que pouco ver.
Eu saio ou fico, eu te aponto ou aponto-me, sou essencial ou é você... tantas incertezas em tão pouco espaço de tempo, questão de segundos tudo findou. Acaba-se a vida de alguém ou o projeto sonhado.
Um inimigo invisível de capacidade gigantesca, pronto aniquilar o mundo, separou, distanciou, mudou o dia a dia radicalmente, mas o que se pode adquiri desse contexto? Principalmente no inesperado? O que estava sendo tão fácil, mais ainda ficou, e o que difícil parecia tornou-se em maior obstáculo.
Se vejo meus princípios como ferramentas para realizar meu sonhos, a modernidade diz o contrário, se uso de vias contemporâneas, posso causar impacto. Não somos o que dizemos, mas o que fazemos. A verdadeira intenção dos atos são camuflados, pois simplesmente ainda sobrepõe o que convém. Ver a dor do outro não é a mesma coisa de enxergar “(Rubens Alves - Precisa ser aprendido. Nietzsche - a primeira tarefa da educação é ensinar a ver. O zen-budismo concorda, e toda a sua espiritualidade é uma busca da experiência chamada "satori", a abertura do "terceiro olho". Cummings escreveu: "Agora os ouvidos dos meus ouvidos acordaram e agora os olhos dos meus olhos se abriram)”.
Na ingenuidade solitária apenas minha imaginação aflorava, sem sentido, aguçados pensamentos de um ser corpóreo, mas impercebivelmente viajava num fio “fluídico” em direção a conexão de outros seres, criaturas divinas, certamente... Para a minha felicidade descobri a tempo que “enxergar” não foi, não é e nunca será privilegio meu. Posso tropeçar em pedras e não passar de simples pedras, mas posso sofrer o dano e aprender a construir com elas.
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