Dormir

Vou dormir,sem desejo ainda
Tempestades na minha mente
Padecem meu juízo demente
A dor angustiante infinda
Pelo insano e grande cansaço.
Vida tirana se faz de estimação
Interrompe a pouca animação
Sem guarida, a vida nega o abraço
O calor humano inexistente
Preciso dormir e pretendo
Deixar assim a dor impotente
Incertezas nesta trajetória
Apenas sei, quem atira pedras
Tem uma estrada sem vitória
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
O Consolo parte II
O Consolo de uma vida depende de seu bom coração e da formosura -querendo por demais seus encantos nelas ficarem - permanentes sempre …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*