Ouço vozes - estranho
que se ponha água ao feijão
e ninguém para refeição convide.
De fome, companheiros
de benção se cobrem
e se dormem é destempero.
Estranho desejo o mundo inteiro
ter de Deus a graça plena
ver seus planos em relevo
e não se conceder instante, prece.
Um passo não se põe a caminho
fica o dia e a noite ressentindo
grama que não é sua, do vizinho.
Estranho - discutir porém, não me obrigo.
que se ponha água ao feijão
e ninguém para refeição convide.
De fome, companheiros
de benção se cobrem
e se dormem é destempero.
Estranho desejo o mundo inteiro
ter de Deus a graça plena
ver seus planos em relevo
e não se conceder instante, prece.
Um passo não se põe a caminho
fica o dia e a noite ressentindo
grama que não é sua, do vizinho.
Estranho - discutir porém, não me obrigo.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski