Tenho abertas as portas
e meus rebanhos guardados
não faço rosário de prosa
de lágrimas, candelabros.
Um roto vestido à cintura
de cumprida fé, esperança
ter servido de companhia
quem era de sede, vingança.
Os olhos já não enxergam
mais fazem ver que ser vistos
motivos de nós, instintos.
Não temo morte de insetos
que derredor espreguiçam
luz que não resistem - é cobiça.
e meus rebanhos guardados
não faço rosário de prosa
de lágrimas, candelabros.
Um roto vestido à cintura
de cumprida fé, esperança
ter servido de companhia
quem era de sede, vingança.
Os olhos já não enxergam
mais fazem ver que ser vistos
motivos de nós, instintos.
Não temo morte de insetos
que derredor espreguiçam
luz que não resistem - é cobiça.
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