De um Poeteiro Qualquer
Toda vez que fecho os olhos
Me constrange o que vejo:
Muita foda sem amor,
Mas é foda ter desejo.
Me falaram e provei,
Leve toque ''proibido''
O que sei é: ninguém vê
Mas me sinto corrompido.
Há tempos eu senti prazer,
Agora considero azar.
Já visto não vou me esquecer
Por ver eu temo me tornar.
Toda vez que fecho os olhos
Meu demônio que eu vejo,
Em um palco sem estrela;
No roteiro: seu desejo.
Acorrentado no porão
Ansiando atoar
Ele fala, ele grita:
-TU NÃO PODES CONTROLAR!
Há tempos eu senti prazer
Agora sem não sei ficar.
Temendo nunca me esquecer,
Querendo nunca mais lembrar.
E toda vez que fecho os olhos
São pecados que eu vejo,
De memorias do passado
Misturadas com desejo...
Ezequiel Costa Assunção, São Remo (SP), 16/11/20
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski