Pesadelos,
PESADELOS.
Claudio Silveira.
No fundo dos olhos percebo um oceano
de lagrimas se formando, que vão varrendo
a alma dos sentimentos profanos que
machucam o espirito e permanecem
torturando o meu eu sem sentido.
no chão desintegrado, poeiras de vidas
varridas para baixo dum tapete esquecido
de lá saiu um grito, desespero, ar rarefeito
sem pode respirar, fugiu minha alma daquele lugar.
mãos que se erguem a procura de alguém puxar
me tirando do pó, do poço de onde não quero
mais ficar, nem calar, só gritar.
pesadelos de uma noite que achei
que jamais passaria,
mas acordei.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Um casal ( a terra e o humano )
Nossa criação humana sempre foi muito bela... desde a formação desta magnifica terra - nada foi criado contra o homem e a mulher... pelo …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Texto sobre o amor.
Minha noite é uma caminhada para o dia... que vem em silêncio se aproximando em cantos de chiados por passarinhos - meus olhos estão quei…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Coruja Doce ê..
Julian Lael
Porque inteligência é tão braba, Não há como fugir dela pinguim; E age na surdina, logo acaba, Com o intelecto do mai…
Julian Lael
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael