JOÃO DA BRASA
JOÃO DA BRASA
ESTÁ INDO PARA CASA
FAZER AMOR COM O SEU ENCANTO,
QUE ELE VÊ NO CANTO DAS ALMAS
BEM PERTO DAS ÁGUAS CALMAS.
JOÃO DA BRASA VAI TROCANDO OS PASSOS
NA RUA MORTA
QUE O SEU DESEJO CORTA.
ELE ESTÁ VINDO DE UM BAR
BEM LONGE DO VERBO AMAR.
O TEMPO PASSA E JOÃO DA BRASA
MORRE NA CHUVA TORRENCIAL.
FICOU NA LEMBRANÇA O COMPOSITOR
QUE, POR AMOR, COMPÔS UM SAMBA
PARA HOMENAGEAR A MULHER,
QUE É MUITO BOA NO PÉ.
NÃO ERA MAU,
ELE ERA SÓ AMOR E DIVERTIMENTO.
( Autor: Poeta Alexsandre Soares de Lima)
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
QUANTA SAUDADE
Sinto saudade, não sei quanta, Ela dói no meu peito, Tanto que me espanta, Não tem jeito! Vejo você tão pouco. Uma vez por ano? Talvez d…
Celso Ciampi
radical
a sombra sai do muro e vai ao chão solerte e severa ao mesmo tempo ela sabe o mais e o menos de ti - teus reclamos no travesseiro teu sol…
Darlan de Matos Cunha
Mudança de rumo.
Ser triunfante na vida , não significa sempre vencer... é também saber perder. É saber mudar de direção na hora certa... é abraçar uma ca…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Bodas de prata.
Minhas palavras são sinceras extremamente verdadeiras , quando digito aqui ... neste pequenino espaço o grande amor que sinto por ti , m…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*