Do avarandado das culpas e seus melindres

na varanda das culpas
resta o veredito
de que o fato resiste
a qualquer artifício
e de não ser ato
mas interna condolência
a culpa apenas medra
num desvão da consciência
em que mesmo objeto
o sujeito desdiz sua presença

nenhuma culpa se presta
a consertar por si a existência
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