Ecos do Silêncio
Ecos do silêncio
(Rosalina L P Fialho)
Minhas lágrimas descem emparelhadas,
Molhando meu rosto nesta madrugada.
Em um misto de raiva, gratidão e alegria,
Naquele dia para uma nova vida eu renascia.
Daquele fatídico dia queria me esquecer,
Mas foi me dada uma nova chance de viver.
Percebi que tenho uma missão a cumprir,
Que o melhor da minha vida estava por vir.
O silêncio mórbido ainda me inquieta,
Uma reforma em minh’alma agora se projeta.
Vive com mais leveza quem consegue perdoar,
Por mais que ainda me dói ao recordar.
Recomeços são sempre possíveis,
Fatos trágicos são imprevisíveis.
Ainda que não possamos a controlar,
A vida é bela e eu preciso valorizar.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palavras escritas.
Tudo que escrevo se torna em vão - não há resposta das palavras escritas : com muito amor e muita alegria - satisfação. Tudo que penso …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*