Choro triste do abandono
As vezes a ansiedade me mata,
e não te ver, faz-me entristecer,
pois amar-te como te amo,
a tua falta faz-me enlouquecer…
Noites de desgosto e amargura,
a madrugada chega e eu sem sono,
cigarros fumados, como quem procura,
este choro triste do abandono...
Pela noite ao longo duma praia deserta,
caminhei, caminhei até ao cansaço,
lá no céu vi uma porta aberta,
o Senhor saiu envolve-me num fraterno abraço...
e não te ver, faz-me entristecer,
pois amar-te como te amo,
a tua falta faz-me enlouquecer…
Noites de desgosto e amargura,
a madrugada chega e eu sem sono,
cigarros fumados, como quem procura,
este choro triste do abandono...
Pela noite ao longo duma praia deserta,
caminhei, caminhei até ao cansaço,
lá no céu vi uma porta aberta,
o Senhor saiu envolve-me num fraterno abraço...
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Palavras escritas.
Tudo que escrevo se torna em vão - não há resposta das palavras escritas : com muito amor e muita alegria - satisfação. Tudo que penso …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Maculável Mulher.
Por onde tu andares , lá estarei junto ... pois sempre que precisares de minha presença - com minhas mãos estendidas te recuperarei. Se…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Haicais sentido
Haicais sentido
Jorge E. Leal
Finjo no verão,
Não ver outras estações,
E curto as nuances. …
Julian Lael
Conluios
conluios maquetas inventários nada a limpo em momento algum ó, ninguém soube dizer como o velho barco ficara na praia por décadas, e de …
Darlan de Matos Cunha