Choro triste do abandono
As vezes a ansiedade me mata,
e não te ver, faz-me entristecer,
pois amar-te como te amo,
a tua falta faz-me enlouquecer…
Noites de desgosto e amargura,
a madrugada chega e eu sem sono,
cigarros fumados, como quem procura,
este choro triste do abandono...
Pela noite ao longo duma praia deserta,
caminhei, caminhei até ao cansaço,
lá no céu vi uma porta aberta,
o Senhor saiu envolve-me num fraterno abraço...
e não te ver, faz-me entristecer,
pois amar-te como te amo,
a tua falta faz-me enlouquecer…
Noites de desgosto e amargura,
a madrugada chega e eu sem sono,
cigarros fumados, como quem procura,
este choro triste do abandono...
Pela noite ao longo duma praia deserta,
caminhei, caminhei até ao cansaço,
lá no céu vi uma porta aberta,
o Senhor saiu envolve-me num fraterno abraço...
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