Por onde andas
Por aqui aonde passo
No mundo por onde for
As rosas da primavera
Chorando junto a elas
Assim a alma de quem e puro
Vejo pessoas a chorar
Me comovo junto com elas
Ainda há esperança de recomeçar
Do amor verdadeiro
Havera muito a vencer
O destino colocará barreiras
Do amor verdadeiro
Havera muito a vencer
O destino colocará barreiras
Que nem poderemos perceber
Chorando junto a elas
Chorando junto a elas
Parece a tempestade a cair
Tornando os espinhos
Não há como intervir
No mundo por onde for
Nossos corações irá relembrar
Dá esperança que existe
De como e bom amar
De como e bom amar
As rosas da primavera
Ja não estão na euforia mais
O mundo de hoje em dia
A pessoas que sofrem demais
Chorando junto a elas
Parece a tempestade a cair
Tornando os espinhos
Não há como intervir
Assim a alma de quem e puro
Tinha sentido para viver
Perderam tudo que importa
Não se sabem viver
Quando imaginar tudo
Que foi lindo viver
Pensamos em um momento
Será que e único e prazer
Perdoe a si mesmo
Quando imaginar tudo
Que foi lindo viver
Pensamos em um momento
Será que e único e prazer
Perdoe a si mesmo
Pois um dia mudará
A vida de tão bela
A vida de tão bela
Não mais existirá
A solidão e o vazio
A solidão e o vazio
Do universo conta tomar
Só restará o Adeus
E Deus a nós esperar
Lembrando das estrelas
Que admiravamos observar
E Deus a nós esperar
Lembrando das estrelas
Que admiravamos observar
Seu brilho já não e mais profundo
O universo nós fez desacreditar
O universo nós fez desacreditar
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palavras escritas.
Tudo que escrevo se torna em vão - não há resposta das palavras escritas : com muito amor e muita alegria - satisfação. Tudo que penso …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*