NUM RELÓGIO
Relógio germinado de vazios gestos
Nas noturnas esperas, ancorado nada
Sentinela perfumado, renda de seda
Amor que sonha num antigo pensamento
Palavras de vigas, que caiem nas horas mortas
Lembranças entre as brisas do verso sentir
Relógio velho de tantas ternuras deixadas
Que colhe beijos dados à lua ou ao sol
Carícias feitas de suplicadas deixadas de ti.
Nas noturnas esperas, ancorado nada
Sentinela perfumado, renda de seda
Amor que sonha num antigo pensamento
Palavras de vigas, que caiem nas horas mortas
Lembranças entre as brisas do verso sentir
Relógio velho de tantas ternuras deixadas
Que colhe beijos dados à lua ou ao sol
Carícias feitas de suplicadas deixadas de ti.
Comentários (2)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Elisabete
2020-12-15
Relógio mágico
Lurdes Bento
2020-12-15
Lindo relógio poetisa
Outros poemas de participantes
Rotinas
gostar de rotinas faz-me gostar muito mais dos dias que não sabem a ontem
Isabel Pires
Mimos
às vezes o amor
aproveita-se das ausências
veste-se de filamentos de nós
e invade os dias que nascem iguais
para os tornar e…
Isabel Pires
Carmesim
há um encanto especial nos dias curtos do verão tardio.
o sol, em promessa de brevidade, beija-nos a pele com vontade de ficar.
…
Isabel Pires
A meias
raia a manhã na consciência tempo entardecido insistência rastros do homem em sua ausência a que foge de si a que lhe intenta construir-s…
AurelioAquino