Carta ao inexistinatário
Mestre, querido Mestre
Te escrevo isso
Pois não há mais que fazer
Te escrevo isso em pulsões
Em espasmos de versos
Absolutamente fora de ritmo
Absolutamente fora de mim
Ah! Meu Mestre.
Se ao menos eu soubesse quem tu és
Se ao menos eu soubesse quem eu sou
Talvez assim não precisasse te escrever
Talvez aí nem sequer precisasse escrever
Escrevo porque algo falta. Porque tudo falta
Carência de tudo, mesmo que tenha tanto
Súplica pelo transbordar em tudo, que só
[é possível em ti
Ah! Mestre transbordativo.
Mestre de todos os ofícios
Chave micha das fechaduras
de todas as portas que me trancam.
— Vem e liberta-me
03-12-2020
Te escrevo isso
Pois não há mais que fazer
Te escrevo isso em pulsões
Em espasmos de versos
Absolutamente fora de ritmo
Absolutamente fora de mim
Ah! Meu Mestre.
Se ao menos eu soubesse quem tu és
Se ao menos eu soubesse quem eu sou
Talvez assim não precisasse te escrever
Talvez aí nem sequer precisasse escrever
Escrevo porque algo falta. Porque tudo falta
Carência de tudo, mesmo que tenha tanto
Súplica pelo transbordar em tudo, que só
[é possível em ti
Ah! Mestre transbordativo.
Mestre de todos os ofícios
Chave micha das fechaduras
de todas as portas que me trancam.
— Vem e liberta-me
03-12-2020
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Um casal ( a terra e o humano )
Nossa criação humana sempre foi muito bela... desde a formação desta magnifica terra - nada foi criado contra o homem e a mulher... pelo …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Texto sobre o amor.
Minha noite é uma caminhada para o dia... que vem em silêncio se aproximando em cantos de chiados por passarinhos - meus olhos estão quei…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Coruja Doce ê..
Julian Lael
Porque inteligência é tão braba, Não há como fugir dela pinguim; E age na surdina, logo acaba, Com o intelecto do mai…
Julian Lael
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael