Florestas
Nessa floresta imensa
Passa o que não pensa
A ouvir seus passos no ar
Entre a ramagem
Suavidade e fina aragem
Desse sentir teu respirar
E nas sombras iluminadas
Vitrais dessas antigas moradas
Voltar a ser qual coração a palpitar
E em teu redor
Devagar
Descobrir essa transparência
De se saber sem pensar
E descobrir
Que o tempo a seguir
É o que já está assim a voltar
E em cada gota
Que se foi escoando
Folha a folha
Limpando
Até te poder assim tocar
Esse céu escondido
Recôndito e garrido
Vejas ali outra vez
Orla que assim se fez
Voltar a se iluminar
Passa o que não pensa
A ouvir seus passos no ar
Entre a ramagem
Suavidade e fina aragem
Desse sentir teu respirar
E nas sombras iluminadas
Vitrais dessas antigas moradas
Voltar a ser qual coração a palpitar
E em teu redor
Devagar
Descobrir essa transparência
De se saber sem pensar
E descobrir
Que o tempo a seguir
É o que já está assim a voltar
E em cada gota
Que se foi escoando
Folha a folha
Limpando
Até te poder assim tocar
Esse céu escondido
Recôndito e garrido
Vejas ali outra vez
Orla que assim se fez
Voltar a se iluminar
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Um casal ( a terra e o humano )
Nossa criação humana sempre foi muito bela... desde a formação desta magnifica terra - nada foi criado contra o homem e a mulher... pelo …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Texto sobre o amor.
Minha noite é uma caminhada para o dia... que vem em silêncio se aproximando em cantos de chiados por passarinhos - meus olhos estão quei…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Coruja Doce ê..
Julian Lael
Porque inteligência é tão braba, Não há como fugir dela pinguim; E age na surdina, logo acaba, Com o intelecto do mai…
Julian Lael
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael