Ações & Erros
Minha vida hoje, calmaria
Mas não digo que sinto aquela alegria
Não digo que recuperei o sorriso que contagia
Mas, para escrever ainda tenho algo que me inspira
Agora vivo com minha mente tranquila
Do olhar sério possuo uma certa "alergia"
Se estás nervoso, experimente chá de camomila
"Faz muito bem", dizia minha tia
Ao me manter calmo ela me ensina
Vejamos até onde iram esses versos
Que possuem destinos incertos
Ou talvez estejam certos.
"Querer não é poder"
A não ser que não queira fazer
Medo de não conseguir?
Me diga então, como irás prosseguir?
"Tenho medo de me iludir"
Então o que fará a seguir?
Se esconder do teu objetivo?
Que ato tão receptivo
Cuidado, ficarás cativo
Entendo, estas indeciso?
É melhor que pense nisso
Para não se arrepender no futuro
Para não se alojar no escuro
Afinal não acredito que seja esse o intuito.
Me disseram que ações também falam
Digo então que ações também nos calam
Ações podem confundir o raciocínio de alguém
A pessoa não entenderá muito bem
Perdido estará, e continuará
Se as ações não se explicarem
Se as ações não se justificarem
O sentido que elas tem
Acabará ficando sem
Sejamos claros e honestos
Demonstremos melhores nossos gestos
Quem sabe em forma de versos?
Procuramos alguém à quem culpar
Alguém que injustamente, nosso erro, irá carregar
Não sabemos quanto tempo irás aguentar
Quanto tempo irás suportar
O fardo nesta pessoa será pesado
Julgamento será provocado
E não haverá nenhum advogado
Ninguém que terá testemunhado
E nós seremos camuflados
Em nossa mente não haverá pecados
Explico o motivo desta escrita
Para que não esqueça dos erros
Para que encontre meios de resolvê-los
Não culpe o outro
Que nenhum erro seja solto
Minha face para as falhas eu me volto
No final será apenas uma tempestade
Em um copo.
Mas não digo que sinto aquela alegria
Não digo que recuperei o sorriso que contagia
Mas, para escrever ainda tenho algo que me inspira
Agora vivo com minha mente tranquila
Do olhar sério possuo uma certa "alergia"
Se estás nervoso, experimente chá de camomila
"Faz muito bem", dizia minha tia
Ao me manter calmo ela me ensina
Vejamos até onde iram esses versos
Que possuem destinos incertos
Ou talvez estejam certos.
"Querer não é poder"
A não ser que não queira fazer
Medo de não conseguir?
Me diga então, como irás prosseguir?
"Tenho medo de me iludir"
Então o que fará a seguir?
Se esconder do teu objetivo?
Que ato tão receptivo
Cuidado, ficarás cativo
Entendo, estas indeciso?
É melhor que pense nisso
Para não se arrepender no futuro
Para não se alojar no escuro
Afinal não acredito que seja esse o intuito.
Me disseram que ações também falam
Digo então que ações também nos calam
Ações podem confundir o raciocínio de alguém
A pessoa não entenderá muito bem
Perdido estará, e continuará
Se as ações não se explicarem
Se as ações não se justificarem
O sentido que elas tem
Acabará ficando sem
Sejamos claros e honestos
Demonstremos melhores nossos gestos
Quem sabe em forma de versos?
Procuramos alguém à quem culpar
Alguém que injustamente, nosso erro, irá carregar
Não sabemos quanto tempo irás aguentar
Quanto tempo irás suportar
O fardo nesta pessoa será pesado
Julgamento será provocado
E não haverá nenhum advogado
Ninguém que terá testemunhado
E nós seremos camuflados
Em nossa mente não haverá pecados
Explico o motivo desta escrita
Para que não esqueça dos erros
Para que encontre meios de resolvê-los
Não culpe o outro
Que nenhum erro seja solto
Minha face para as falhas eu me volto
No final será apenas uma tempestade
Em um copo.
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