Olhar preto
Quando o agora te canta uma solidão
Sólida e persistente, justificada,
Nunca uma de asas negras alada
Antes uma intensidade que te cega
E um tacto de pimenta preta
Um aroma de jacintos na sarjeta
Volta para dentro e pede um tuning
Desafinado, o teu timbre um falsetto
As garras venenosas o teu olhar preto.
Sólida e persistente, justificada,
Nunca uma de asas negras alada
Antes uma intensidade que te cega
E um tacto de pimenta preta
Um aroma de jacintos na sarjeta
Volta para dentro e pede um tuning
Desafinado, o teu timbre um falsetto
As garras venenosas o teu olhar preto.
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