Fronteiras do Minho
Rio que flui na distância
Reflexo que nos afaga o olhar
Veredas vastas e imaginárias
Margens para nos entretecer
Quando o nosso ser for a passar
E nessas águas tão quedas
Sentir o ritmo que nos aquieta
Essa melodia discreta
Essa lamber areias ao de leve
Esse algo que nas fronteiras
Nos une de lado a lado
e sempre nos persegue
Reflexo que nos afaga o olhar
Veredas vastas e imaginárias
Margens para nos entretecer
Quando o nosso ser for a passar
E nessas águas tão quedas
Sentir o ritmo que nos aquieta
Essa melodia discreta
Essa lamber areias ao de leve
Esse algo que nas fronteiras
Nos une de lado a lado
e sempre nos persegue
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Texto sobre o amor.
Minha noite é uma caminhada para o dia... que vem em silêncio se aproximando em cantos de chiados por passarinhos - meus olhos estão quei…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Coruja Doce ê..
Julian Lael
Porque inteligência é tão braba, Não há como fugir dela pinguim; E age na surdina, logo acaba, Com o intelecto do mai…
Julian Lael
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski