Espirais II
Nesse calor mais do que quente
Nesse irradiar entre a gente
E plantar
letras de sonho
E deixar-se
Levar
Qual a folha no vento
Pairar
Quais remansos
de águas claras
Refletir
Sem deixar ir
Esse momento
a se partilhar
Quais vagas
nas marés
A teus pés
Sibilando
Lambendo
Tocando
Suavidades
Serenas mocidades
Que se trazem ao luar
Vestidas
Em danças esquecidas
Entre os céus a cintilar
Essas mesmas
flores garridas
Silvestres
E nascidas
Nesse teu peito
Devagar
Qual alento
Que se partilha
Ao de perto
Qual nos humilha
Para se mostrar
Nessa humildade
Da certeza
Dessa terra
que nos preza
Nesse irradiar entre a gente
E plantar
letras de sonho
E deixar-se
Levar
Qual a folha no vento
Pairar
Quais remansos
de águas claras
Refletir
Sem deixar ir
Esse momento
a se partilhar
Quais vagas
nas marés
A teus pés
Sibilando
Lambendo
Tocando
Suavidades
Serenas mocidades
Que se trazem ao luar
Vestidas
Em danças esquecidas
Entre os céus a cintilar
Essas mesmas
flores garridas
Silvestres
E nascidas
Nesse teu peito
Devagar
Qual alento
Que se partilha
Ao de perto
Qual nos humilha
Para se mostrar
Nessa humildade
Da certeza
Dessa terra
que nos preza
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski