Relembrando a singeleza das cantigas de roda de outrora, quando a pureza dos sentimentos dava o tom ao poema.
O sabiá aninhou-se
No galho da amoreira.
Quem ouvir seu canto triste
Vai chorar a vida inteira.
Tal e qual o passarinho,
Lembro triste meu passado
Quando penso em abandono.
Fico logo acabrunhado.
Debaixo da amoreira,
Aquela morena namora.
Mas que menina faceira!
Colhe amor a toda hora!
Veio a chuva forte e torrente!
Se fez correnteza lá fora...
As águas correram pro rio,
Levando o meu amor embora.
O sabiá aninhou-se
No galho da amoreira.
Quem ouvir seu canto triste
Vai chorar a vida inteira.
Tal e qual o passarinho,
Lembro triste meu passado
Quando penso em abandono.
Fico logo acabrunhado.
Debaixo da amoreira,
Aquela morena namora.
Mas que menina faceira!
Colhe amor a toda hora!
Veio a chuva forte e torrente!
Se fez correnteza lá fora...
As águas correram pro rio,
Levando o meu amor embora.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palavras escritas.
Tudo que escrevo se torna em vão - não há resposta das palavras escritas : com muito amor e muita alegria - satisfação. Tudo que penso …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*