Sobrevivência do amor
Queria escrever sobre amor, mas estou distante dela, noites inteiras pra descobrir quem eu sou, só pra poder dizer pra ela, mas estou perdido igual cego em viela, meu coração segue reprimido, sem luz nem vela, nem abrigo, o mundo não é uma novela, meu amor virou perigo, me escondo entre elas, suas camas são meus abrigos, seus formosos corpos, minha janela, onde eu respiro mas não confio, são tão doces que eu vício, me vejo em sino, chama o som o que está reprimido, é seu gemido, no meu ouvido, diversos prazeres sentimos tudo que estava excluído, que parece que o mundo tem escondido, eu ando perdido, mas expresso meu amor como a arte em que tenho vivido, talvez no dia que eu me for o mundo tenha mais cor, mais amor e seja mais vivo, até lá te encontro e encanto com improviso, você e esse seu sorriso que representa o infinito.
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