Me afundo e culpo o mundo
Com medo de afundar, exatamente como eu me sinto, ando em passos devagar, foco no objetivo, preso no meu lar, me deparo com abismo, criado sem instinto, puro improviso, duro mas vivo, eu juro mas piso, não devia todovia seu sorriso me contagia, me tranquei porque não queria, na rodovia te encontrei quando a dor me cobria, quantas vezes em transe, transei por um prazer não existia, que eu não resistia, o bronze ferruja e o ouro sempre sumia, somos confusos, quem sabe, saberemos um dia, é pra você que eu fujo e luto mesmo a luta não sendo minha, eu acredito no fruto, pra nunca mais te deixar sozinha, a força que vence o medo vem do fundo e não e só minha, as vezes fraquejo, perco a visão pro desejo e o maior inimigo se torna o mundo, me tira do que eu almejo e me afunda e eu me afundo.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Pedaços de ilusões ! - 09/09/2026
Pedaços de ilusões ! - 09/09/2026
Sinto pedaços de ilusões
Adejando em minha mente,
São vel…
Armando A. C. Garcia
zumbilésbia
ela foge e a cidade está tomada o camarada surge em sua mente qual mestre dos magos orientando-lhe na fuga que a situação é de luta todos…
Kátia Surreal
If I didn't had your love
If I didn't had your love My Father I would not be able to live Without your love Please Father give me Some love Because I know that You…
Aldo gabbay kraas
as músicas que escolho
posto poucas não há segredos só pretextos uma falsa trilha sonora regendo o percurso do dia hoje então me descubro quase um segundo quem…
Kátia Surreal