Memória de um rio
Rio que abracei a nado
Me acolhes inteira
Desde a minha Ribeira
És por mim amado !
De longe ouço os teus brados
Te navego à vela
e escuto os teus ecos da minha janela
... sons tão afinados !
Quando o ausculto ao vento
Sinto uma calmaria
Que sem ti não viria
Com tamanho alento !
Pensas que És somente
Um andante líquido
a desaguar fluido
um mero rio corrente ? !
Em mim tua memória tudo evoca
lembranças tão cálidas
postas em camadas
fábulas inequivocas !
(Em homenagem ao Rio Cariús- Nova Betânia_ Distrito de Farias Brito, Ceará, rio da minha infância, que me acompanha todos os dias)
Fátima Rodrgues.
Me acolhes inteira
Desde a minha Ribeira
És por mim amado !
De longe ouço os teus brados
Te navego à vela
e escuto os teus ecos da minha janela
... sons tão afinados !
Quando o ausculto ao vento
Sinto uma calmaria
Que sem ti não viria
Com tamanho alento !
Pensas que És somente
Um andante líquido
a desaguar fluido
um mero rio corrente ? !
Em mim tua memória tudo evoca
lembranças tão cálidas
postas em camadas
fábulas inequivocas !
(Em homenagem ao Rio Cariús- Nova Betânia_ Distrito de Farias Brito, Ceará, rio da minha infância, que me acompanha todos os dias)
Fátima Rodrgues.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.