História de um poema II - acreditar
Nessa melodia fugidia
No sabor do vento marcada
Nessa brisa citadina
Maresia tão bem sonhada
Que nos leva
Em vagas esmeriladas
Nessas pedras
Preciosas se imaginadas
À mão lavradas
Assim quais os campos
Sendo tantos
De verde tingidos
Desse algo
que no imenso
Do espaço
Perseguimos
No sabor do vento marcada
Nessa brisa citadina
Maresia tão bem sonhada
Que nos leva
Em vagas esmeriladas
Nessas pedras
Preciosas se imaginadas
À mão lavradas
Assim quais os campos
Sendo tantos
De verde tingidos
Desse algo
que no imenso
Do espaço
Perseguimos
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