101 - O dia
O dia e meu coração estão brumados
Ambos com sentimentos taciturnos,
Permeados com perfumes turvados
Me deixando inebriadamente soturno.
Heméra, por que me abandonastes?
Onde está tua luz matinal?
Por que insiste nesse desgaste,
Causando intensa dor inguinal?
Por Érebo sou assombrado,
Recoberto em seu manto escuro
Na incerteza me deixou algemado
Até o final como com Epicuro.
Mais uma vez Nix se aconchega,
Trocando o escuro pela escuridão,
Brincando como deuses da mitologia grega
Impondo tormento em meu coração.
Ambos com sentimentos taciturnos,
Permeados com perfumes turvados
Me deixando inebriadamente soturno.
Heméra, por que me abandonastes?
Onde está tua luz matinal?
Por que insiste nesse desgaste,
Causando intensa dor inguinal?
Por Érebo sou assombrado,
Recoberto em seu manto escuro
Na incerteza me deixou algemado
Até o final como com Epicuro.
Mais uma vez Nix se aconchega,
Trocando o escuro pela escuridão,
Brincando como deuses da mitologia grega
Impondo tormento em meu coração.
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