Brado de poeta
Se nesse caminho traçado
No peito bem-amado
Se nesse destino velado
Que nos é entregue
Qual brado
A ser elevado
Nessa vida
Que nos definia
Assim qual recinto quebrado
Pelo ir mais além do que o fado
E encontrar nesse novo lugar
Assim sempre a palpitar
Oceano imenso
Que vai mais além
do que sinto e penso
Em ondas a sussurrar
Palavras de vida
e de encantar
Que permeiam minhas veias
E enchem estas artérias
Desse fluir vital
Entre o normal e o fenomenal
Que se apresenta
em cada virar de esquina
Que nos aquece e ilumina
Em momentos de divagar
Que pinta cores de fantasia
Onde a realidade morna se abria
E nos eleva ao mais amplo patamar
Ao se entender devagar
A mensagem
que esse sopro mais vivo
Passa entre o que leio e digo
Em silêncios ardentes
Nestas linhas que amamos
Preenchidas quais presentes
No peito bem-amado
Se nesse destino velado
Que nos é entregue
Qual brado
A ser elevado
Nessa vida
Que nos definia
Assim qual recinto quebrado
Pelo ir mais além do que o fado
E encontrar nesse novo lugar
Assim sempre a palpitar
Oceano imenso
Que vai mais além
do que sinto e penso
Em ondas a sussurrar
Palavras de vida
e de encantar
Que permeiam minhas veias
E enchem estas artérias
Desse fluir vital
Entre o normal e o fenomenal
Que se apresenta
em cada virar de esquina
Que nos aquece e ilumina
Em momentos de divagar
Que pinta cores de fantasia
Onde a realidade morna se abria
E nos eleva ao mais amplo patamar
Ao se entender devagar
A mensagem
que esse sopro mais vivo
Passa entre o que leio e digo
Em silêncios ardentes
Nestas linhas que amamos
Preenchidas quais presentes
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