Lágrimas de madrepérola
Essa pérola pristina
Transparecida ao luar
Que se eleva quando se anima
Essa força no peito a soprar
Maresias de ensonho
Brumas de se encantar
Esse jeitinho risonho
De uma criança a cantar
E nessa melodia garrida
Que se celebra a meio dia
Para se deixar depois levar
Aromas no vento
CL aridez de pensamento
Para se deixar trespassar
E esse ritmo
Suave e lento
Desse alento
Por dentro
A nos refrescar
Devagar
E nesse ribombar sumarento
A se espremer ao relento
Quando se expõe por amor
Esse algo que levamos dentro
Que deixamos escrito
em sentimento
Quando o alento
se achega ao lamento
Desse riso à alegria ou dor
Assim nos deixando o fermento
Para deixar crescer mais ardor
Essência assim espremida
Que pela luz da razão
Não pode ser esbatida
Sombra que dança
na noite esquecida
Iluminada pela luz mais amada
Que de madrepérola nos vestia
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
De ti jamais irei desistir
Enquanto houver em mim desejo
Sempre irei pedir um beijo
Enquanto houver a certeza
voou-te querer e amar, com certeza
Enquant…
Tsunamidesaudade63
Shofar
Abençoe Adonai a força de um leão gigante - perante o nosso coração - que brilhe sua imensa luz na paz e na guerra. Protegei-nos por nos…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
cores
tarde em cores frias boca triste avermelhada pingo azul mão molhada sala com luz amarela
manhã quente céu laranja …
feudido
delírio encapsulado
presa estou pela manhã a recolher as lágrimas livre sou à noite ao te recolher em minha cápsula quando me transbordar, a tez partida será…
Kátia Surreal