Nas Mãos do Oleiro
Qual a mão quente,
suada
Nessa água enlodada
Mergulhada
Como o mover em roda
Desse tempo de moda
Sem se chegar a parar
Nesse tempo a divagar
Qual no lamento incipiente
Que toma e invade a mente
E nesse amor calmo e sereno
De quem confia em segredo
Assim a se impingir
A se exprimir
A se deixar levar
Nesse barro avermelhado
Cuja forma
tão bem tenho amado
E nas mãos do oleiro
Nesse tempo soalheiro
Artista mais que sereno
Assim nos olhando
No profundo encanto
Deste terno vaso
Que dentro guarda tanto
suada
Nessa água enlodada
Mergulhada
Como o mover em roda
Desse tempo de moda
Sem se chegar a parar
Nesse tempo a divagar
Qual no lamento incipiente
Que toma e invade a mente
E nesse amor calmo e sereno
De quem confia em segredo
Assim a se impingir
A se exprimir
A se deixar levar
Nesse barro avermelhado
Cuja forma
tão bem tenho amado
E nas mãos do oleiro
Nesse tempo soalheiro
Artista mais que sereno
Assim nos olhando
No profundo encanto
Deste terno vaso
Que dentro guarda tanto
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
So sad he had to go
So sad he had to go
Yes he was suffering a lot
He was an alcoholic also
He used to drink like fish
Yes he was destroying his liver
A…
Aldo gabbay kraas
Um casal ( a terra e o humano )
Nossa criação humana sempre foi muito bela... desde a formação desta magnifica terra - nada foi criado contra o homem e a mulher... pelo …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Texto sobre o amor.
Minha noite é uma caminhada para o dia... que vem em silêncio se aproximando em cantos de chiados por passarinhos - meus olhos estão quei…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Coruja Doce ê..
Julian Lael
Porque inteligência é tão braba, Não há como fugir dela pinguim; E age na surdina, logo acaba, Com o intelecto do mai…
Julian Lael