No primeiro instante, o olhar mais amante
E entre tudo e nada
Assim se desenha
a mais fina
Linha
dessa espuma alva
Assim borbulhando
Segredando
Aos pés
nos chegando
E no ser inteiro
O íntimo do oceano
levando
Até essa maresia
Que nos inspira
se inspira
e se aprecia
Ponte suave e subtil
Que nos une
Em cantos mil
Assim sendo elevados
Entre sonhos varados
Cantados
Pela luz do amanhecer
E nesse teu horizonte ancorados
Esperando que os bem-amados
Despertem para os levar a viver
Cores nessa palete intensa e acesa
Que em nós se exprime e se preza
Assim de se deixar entender
De se entrelaçar em querer
De se crer que nesse algo
Tela e folha ainda em branco
Nesse mais obscuro recanto
Neste universo deixado
sendo de amor semeado
E se nascesse assim
o encanto
Nessa melodia
flutuando
Nos envolvendo
assim tanto
Que nos chega a enaltecer
nesse momento o esperanto
linguagem que sem querer
A todos nós nos diz tanto…
Assim se desenha
a mais fina
Linha
dessa espuma alva
Assim borbulhando
Segredando
Aos pés
nos chegando
E no ser inteiro
O íntimo do oceano
levando
Até essa maresia
Que nos inspira
se inspira
e se aprecia
Ponte suave e subtil
Que nos une
Em cantos mil
Assim sendo elevados
Entre sonhos varados
Cantados
Pela luz do amanhecer
E nesse teu horizonte ancorados
Esperando que os bem-amados
Despertem para os levar a viver
Cores nessa palete intensa e acesa
Que em nós se exprime e se preza
Assim de se deixar entender
De se entrelaçar em querer
De se crer que nesse algo
Tela e folha ainda em branco
Nesse mais obscuro recanto
Neste universo deixado
sendo de amor semeado
E se nascesse assim
o encanto
Nessa melodia
flutuando
Nos envolvendo
assim tanto
Que nos chega a enaltecer
nesse momento o esperanto
linguagem que sem querer
A todos nós nos diz tanto…
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