A fênix
Oh, minha fênix; fênix milagrosa!
Que da luz daquele archote,
Desviou-se deste caminho brichote,
E das cinzas ergueu-se assim formosa!
De tão novo assim, tem o tempo lhe incomodado?
Voe! A cinza no catre de um tuberculoso,
Faz-te tomar distância desse ninho maculoso,
Assim que o fogo lhe tenha apartado!
Mas, Oh! Não navegues por ares tão distantes:
A saudade que deixas, fica, como era dantes
De renascer neste trono tão sagaz!
Oh, minha fênix, por que ficastes para trás?
Foi essa imagem esplendorosa, que de tão linda,
Que te faz não decidir voar ainda?
Que da luz daquele archote,
Desviou-se deste caminho brichote,
E das cinzas ergueu-se assim formosa!
De tão novo assim, tem o tempo lhe incomodado?
Voe! A cinza no catre de um tuberculoso,
Faz-te tomar distância desse ninho maculoso,
Assim que o fogo lhe tenha apartado!
Mas, Oh! Não navegues por ares tão distantes:
A saudade que deixas, fica, como era dantes
De renascer neste trono tão sagaz!
Oh, minha fênix, por que ficastes para trás?
Foi essa imagem esplendorosa, que de tão linda,
Que te faz não decidir voar ainda?
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