Anunciar o ser Criança
Quando tanto amas
Que proclamas
Na tua mais viva voz
Essa que nasce e cresce
Vaga que não se desvanece
Que nos abala e embala e afaga
Que é calor de vida entre nós…
Assim nos abraça e nos leva a couraça
Para a peito aberto chegar a declamar
Essa melodia esquecida
Essa palavra de vida
Nessa tela rasgada
realidade mais amada
E se ver a imagem real
Que era assim levada
No pensamento imaginada
Essa sensação que comove
Esse frenesim que nos move
A ir mais longe
Mais profundo
Mais alto que este mundo
E trazer desse lugar infinito
O mais estranho grito
De vida a berrar sendo nascida
Nessa humanidade investida
Nessa graça que se passa
Quando a cegueira
É bem vista
E nesse primeiro olhar
Entre o cego e o ser a amar
De repente ao se encontrar
Assim o ser recém-chegado
Com o que acolhe o ser amado
E nessa ponte no tempo
Que dá à vida o presente
Fulgente e sentido
Sentimento de ser nascido
Assim no peito varado e vivido
À espera de se lançar
Nessas águas do amplo mar
Que proclamas
Na tua mais viva voz
Essa que nasce e cresce
Vaga que não se desvanece
Que nos abala e embala e afaga
Que é calor de vida entre nós…
Assim nos abraça e nos leva a couraça
Para a peito aberto chegar a declamar
Essa melodia esquecida
Essa palavra de vida
Nessa tela rasgada
realidade mais amada
E se ver a imagem real
Que era assim levada
No pensamento imaginada
Essa sensação que comove
Esse frenesim que nos move
A ir mais longe
Mais profundo
Mais alto que este mundo
E trazer desse lugar infinito
O mais estranho grito
De vida a berrar sendo nascida
Nessa humanidade investida
Nessa graça que se passa
Quando a cegueira
É bem vista
E nesse primeiro olhar
Entre o cego e o ser a amar
De repente ao se encontrar
Assim o ser recém-chegado
Com o que acolhe o ser amado
E nessa ponte no tempo
Que dá à vida o presente
Fulgente e sentido
Sentimento de ser nascido
Assim no peito varado e vivido
À espera de se lançar
Nessas águas do amplo mar
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Museus
Os museus vazios: a que vieram essas construções monumentais se vazias ficaram suas salas e corredores sem vestígio do cotidiano do…
Darlan de Matos Cunha
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski