Quando nos encontramos
Quando nos encontramos
Nessa noite estreita
Quando o que somos
Não se rende nem se deita
Permanece nessa luz velada
à espreita
De encontrar
esse algo que se aceita
nova forma de se olhar
nesse mundo
tão coerente
tudo o que se esvai
por dentro da gente
ao se deixar levar
E se se chegar a achegar
Tudo se irá transformar
Nesse peito um sentimento
Neste mundo uma nova forma
De ser
De estar
De conseguir encontrar
O tempo
O lugar
Para se ficar atento
Ao que em nós lateja por dentro
A esse lume a nos bem iluminar
A esse tempo luzidio ao achegar
O ser que de si se distanciava
O mundo que se afastava
O tempo que não chegava
o lugar que se não encontrava
Tudo entre teus braços
Nesse abraço colossal
Tudo nesse olhar
Ao me ver assim
sem igual
Tudo nessas mãos
A se deixar levar
Na mão de quem
assim
Estiver a par
E nessa presença
singela
Que acende o mundo
Dá luz à treva
E desde o mais profundo
Assim se encanta e nos eleva
Nessa noite estreita
Quando o que somos
Não se rende nem se deita
Permanece nessa luz velada
à espreita
De encontrar
esse algo que se aceita
nova forma de se olhar
nesse mundo
tão coerente
tudo o que se esvai
por dentro da gente
ao se deixar levar
E se se chegar a achegar
Tudo se irá transformar
Nesse peito um sentimento
Neste mundo uma nova forma
De ser
De estar
De conseguir encontrar
O tempo
O lugar
Para se ficar atento
Ao que em nós lateja por dentro
A esse lume a nos bem iluminar
A esse tempo luzidio ao achegar
O ser que de si se distanciava
O mundo que se afastava
O tempo que não chegava
o lugar que se não encontrava
Tudo entre teus braços
Nesse abraço colossal
Tudo nesse olhar
Ao me ver assim
sem igual
Tudo nessas mãos
A se deixar levar
Na mão de quem
assim
Estiver a par
E nessa presença
singela
Que acende o mundo
Dá luz à treva
E desde o mais profundo
Assim se encanta e nos eleva
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