A semente III
Nesse lume candente
Farol na rocha mais quente
Que se deixa assim acender
E nessa tua noite - varada
A barca que jazia ancorada
Pode voltar a navegar
Entre estrelas e mar
Horizontes mais bem lonjanos
Nestes nossos estranhos fados
Que em arte transformamos
Para todos os que beijamos
Qual toque de pétala suave
Qual o tempo sem ter idade
Subtil
Suavidade de encantos mil
Qual tempestade em ebulição
Luzindo no lampejo de relâmpago
O teu ser assim levantando
atravessando o teu coração
Trazendo luz
à tua razão
E nesse rumor
que vai crescendo
Que se leva por ti adentro
E se faz eco de melodia
Além da tristeza e melancolia
Obra-prima dessa pedra pristina
Que no amor mais sereno se acendia
E no peito
Incandescente
Qual no céu
sendo presente
Se levava
E se elevava
Desde o ocaso
Até à madrugada
Dessa tua vida
Sendo pela Vida
Em verdade chamada
Farol na rocha mais quente
Que se deixa assim acender
E nessa tua noite - varada
A barca que jazia ancorada
Pode voltar a navegar
Entre estrelas e mar
Horizontes mais bem lonjanos
Nestes nossos estranhos fados
Que em arte transformamos
Para todos os que beijamos
Qual toque de pétala suave
Qual o tempo sem ter idade
Subtil
Suavidade de encantos mil
Qual tempestade em ebulição
Luzindo no lampejo de relâmpago
O teu ser assim levantando
atravessando o teu coração
Trazendo luz
à tua razão
E nesse rumor
que vai crescendo
Que se leva por ti adentro
E se faz eco de melodia
Além da tristeza e melancolia
Obra-prima dessa pedra pristina
Que no amor mais sereno se acendia
E no peito
Incandescente
Qual no céu
sendo presente
Se levava
E se elevava
Desde o ocaso
Até à madrugada
Dessa tua vida
Sendo pela Vida
Em verdade chamada
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