Virtuais intentos da crise no composto verso
em crise
o poema assiste
as ranhuras da vida
e as do poeta, inclusive
o eu lírico
adormece a fala
nas esquinas verbais
em que se declara
a vida, o poeta e o eu, todos líricos,
inventam a madrugada
como um tempo urgente
de montarem nas palavras
e escoicearem pelo mundo
os verbos todos da alma.
o poema assiste
as ranhuras da vida
e as do poeta, inclusive
o eu lírico
adormece a fala
nas esquinas verbais
em que se declara
a vida, o poeta e o eu, todos líricos,
inventam a madrugada
como um tempo urgente
de montarem nas palavras
e escoicearem pelo mundo
os verbos todos da alma.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
QUANTA SAUDADE
Sinto saudade, não sei quanta, Ela dói no meu peito, Tanto que me espanta, Não tem jeito! Vejo você tão pouco. Uma vez por ano? Talvez d…
Celso Ciampi
radical
a sombra sai do muro e vai ao chão solerte e severa ao mesmo tempo ela sabe o mais e o menos de ti - teus reclamos no travesseiro teu sol…
Darlan de Matos Cunha
Mudança de rumo.
Ser triunfante na vida , não significa sempre vencer... é também saber perder. É saber mudar de direção na hora certa... é abraçar uma ca…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Bodas de prata.
Minhas palavras são sinceras extremamente verdadeiras , quando digito aqui ... neste pequenino espaço o grande amor que sinto por ti , m…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*