Amazônia
O flagelo que aflige o meu povo
com dores excruciantes e asfixia,
é algo com o qual eu me comovo.
Não suporto mais esta pandemia.
Quero a felicidade de um dia novo,
mas sou impedido pela hipocrisia
daqueles que se dizem um renovo,
mas são representantes da vil tirania.
Para eles nenhum tipo de evidência
encontrada pelos esforços da ciência
parece fazer algum sentido ou importar.
Governam com maestria na incompetência
nos fazendo viver uma ironia, uma incongruência:
“O pulmão do mundo não consegue respirar”.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
O Consolo parte II
O Consolo de uma vida depende de seu bom coração e da formosura -querendo por demais seus encantos nelas ficarem - permanentes sempre …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*