Estás só cansada
Estás só cansada do voo da mente
Ninguém sabe desta alma condenada
Que cala nas conversas de janela profanas
Mas finge sem fingimentos, versos de absintos
Poeta de labirintos de um jardim de sonhos
Nada espera que em ti já não exista
Nas ilusões da ideia das coisas
Cada um consiga o que é triste
Entre as ruínas dos fracos álamos
Tempo velho onde a juventude se perde
Tens sol se há sol, ramos se ramos buscas
Sorte se a sorte é dada, odisseia de pão sem vinho
Fica suspensa de palmilho sem andarilho na madrugada!
Ninguém sabe desta alma condenada
Que cala nas conversas de janela profanas
Mas finge sem fingimentos, versos de absintos
Poeta de labirintos de um jardim de sonhos
Nada espera que em ti já não exista
Nas ilusões da ideia das coisas
Cada um consiga o que é triste
Entre as ruínas dos fracos álamos
Tempo velho onde a juventude se perde
Tens sol se há sol, ramos se ramos buscas
Sorte se a sorte é dada, odisseia de pão sem vinho
Fica suspensa de palmilho sem andarilho na madrugada!
Comentários (2)
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Lisa Gomes
2021-01-27
Cansada da juventude perdida!
2021-01-25
Belo poema, que rejuvenesce a alma.
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