Sobre a angústia e sua estadia
a angústia
pulsa intensa
nos vincos que quebra
da paciência
e larga-se no peito
como uma estrada
que desenha desvios
nas viagens da alma
tudo que lhe teima
é uma alegria mascarada
nos carnavais que a tristeza
constrói como cilada
pulsa intensa
nos vincos que quebra
da paciência
e larga-se no peito
como uma estrada
que desenha desvios
nas viagens da alma
tudo que lhe teima
é uma alegria mascarada
nos carnavais que a tristeza
constrói como cilada
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
O Consolo parte II
O Consolo de uma vida depende de seu bom coração e da formosura -querendo por demais seus encantos nelas ficarem - permanentes sempre …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*