Solene escuridão

Retornou a noite à escuridão mais solene e faustosa
Destroçou uma fileira de breus acampados nos céus
Traficou numa onda de suplicas deslumbradas e charmosas
Retornei ao mesmo lugar donde a esperança floresce
Aprontei o altar onde o tempo se eterniza e acontece
Acolhi cada gomo de luz invisível, graciosa, mais calorosa
Aguada e fluidificante a maresia convalesce sublimada
No terraço dos céus espreita uma gargalhada sofisticada
Assim renasce altiva e flamejante a vida sempre enamorada
Frederico de Castro
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Inversos
Inversos
* . Dos viajores simples sou por Mares
horizontais do Tempo a ir pela calma
no meu barco a estar firme, é como a…
José Leva y Wimmer (José Levio, L.József)
Licença Poética
Aline boa, Aline bela, Aline sempre de bom humor.
Imagino Aline batendo na porta do céu: — Licença, meu Santo Chaveiro! Esvoaça…
Julian Lael
CLEPTOMANÍACO
Julian Lael
Com o nove, escrevo sem medo: C-O-R-R-U-P-Ç-Ã-O! E logo desvendo seu segredo: C-O-R-R-U-P-T-O-R?!
Nã…
Julian Lael
Passagens
entre o tempo e a alma gravita o desejo essa ânsia humana de tardar o cedo intrínseca razao em seus enredos entre a alma e o mundo transi…
AurelioAquino