Coros na Eternidade
Somos todos qual um
Nesse tom que reunido
Na roda do tempo
No sentido do sentimento
Ao deixar-se moldar
Assume cor sem par
Y nesse colorido vivo
Vogam as emoções sem sentido
Os pensamentos de vento vivo
Esse coração sempre à procura
Saudade entre a amargura
E nesse coro ancorado
No ser que tens entranhado
Essa melodia infinita
Que em cada recanto se agita
E em ti sempre expedita
Se faz aparecer
Entre o imaginar e o crer
Entre esse querer tão aderido
A tudo o que tem para ti sentido
E nesse caminho embelezado
Deixando-se levar
E ficar sempre a seu lado
Esse algo a se procurar
E no estreito desse peito
Emanando
Seguir procurando
Esse algo a interiorizar
Procurar o alegre canto
Que passo a passo
Nos vai levar
A essa harmonia
renascida
A esperança luzidia
A essa melodia esquecida
Que em nos ressoa
A essa terna melancolia
Do que bem se sabia
Nessa terna criança
Que o momento
No tempo estendia
E entendia a razão
Dessa sua terna infância…
Nesse tom que reunido
Na roda do tempo
No sentido do sentimento
Ao deixar-se moldar
Assume cor sem par
Y nesse colorido vivo
Vogam as emoções sem sentido
Os pensamentos de vento vivo
Esse coração sempre à procura
Saudade entre a amargura
E nesse coro ancorado
No ser que tens entranhado
Essa melodia infinita
Que em cada recanto se agita
E em ti sempre expedita
Se faz aparecer
Entre o imaginar e o crer
Entre esse querer tão aderido
A tudo o que tem para ti sentido
E nesse caminho embelezado
Deixando-se levar
E ficar sempre a seu lado
Esse algo a se procurar
E no estreito desse peito
Emanando
Seguir procurando
Esse algo a interiorizar
Procurar o alegre canto
Que passo a passo
Nos vai levar
A essa harmonia
renascida
A esperança luzidia
A essa melodia esquecida
Que em nos ressoa
A essa terna melancolia
Do que bem se sabia
Nessa terna criança
Que o momento
No tempo estendia
E entendia a razão
Dessa sua terna infância…
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