Isolado de mim mesmo.
Escrevo o que habita no abismo da minha alma
E me equilíbrio entre a fragilidade da ponte entre o coração e a razão
Arado de mentiras e ilusões
Que ardem nas noites de pouca vontade e grandes tumultos
O delirante ardor da vida
Que ao pulsar as expectativas
Bombeia os viadutos intransigentes da alma
E descasca pela sombra de nossas dúvidas
A pele que nasce e que morre diante do êxtase
E da última taça de vinho
Sobre a mesa quieta mas que movimenta um mundo tanto quanto caótico quanto perfeito
Afinal, toda criação depende do quanto que você se decompos das coisas que já não lhe serviam mais
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Shofar
Abençoe Adonai a força de um leão gigante - perante o nosso coração - que brilhe sua imensa luz na paz e na guerra. Protegei-nos por nos…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
cores
tarde em cores frias boca triste avermelhada pingo azul mão molhada sala com luz amarela
manhã quente céu laranja …
feudido
delírio encapsulado
presa estou pela manhã a recolher as lágrimas livre sou à noite ao te recolher em minha cápsula quando me transbordar, a tez partida será…
Kátia Surreal
Dissonantes, se confundem - 09/09/2026
Será que a alegria é irmã da tristeza
Dissonantes, separadas se confundem,
A alegria é a exultação do bem estar
…
Armando A. C. Garcia