Nesse lugar onde jazia
O ser que se esperava
Esse que chegou
Dessa estrada
Nos céus marcada
Que se abeirou
Entre tudo e nada
Dessa linha
Jamais sonhada
Tênue
Fina
cristalina
Assim qual vaga
Que se estendia
Por esse mar afora
E que encontrou
Nessa areia
Tao fina
O seu momento
De ir embora
Ficando embevecida
Nessa peugada
Marcada
Nessa linha ondulada
Que vaga
Pela terna morada
Dos teus dias
Dessas horas
Bem passadas
Nesses
Trilhos
Segredados
Pelos apelos deixados
Pelos mais ternos momentos
Esses tão sedentos
Dessa água viva
Por ti a dentro
A escoar
Essa voz renascida
Cantiga de alegria
Que se deixou abeirar
E nessa onda
Luzidia
Que reflete
a luz do dia
E na noite
Se deixa abraçar
Nessa cantiga
Escondida
Nessas luzes de magia
Que cintilam
Na noite
Tão vazia
Esquecida
Preenchida
Por esse algo
A se entregar
Esse silêncio
Ausente
Esse terno presente
Plantado
Entre o fruto desse futuro
Deixado
E nessa lembrança
Que se eleva
Desde o passado
Onda que chega
A renovar
Nessa praia
Ainda esquecida
Essa eterna
Litania
Que nos encontra
E canta sem cessar
Essa antiga melodia
Que nos abraça
Sem parar
Esse manto
Da alegria
De voltar
Ao nosso lar
O ser que se esperava
Esse que chegou
Dessa estrada
Nos céus marcada
Que se abeirou
Entre tudo e nada
Dessa linha
Jamais sonhada
Tênue
Fina
cristalina
Assim qual vaga
Que se estendia
Por esse mar afora
E que encontrou
Nessa areia
Tao fina
O seu momento
De ir embora
Ficando embevecida
Nessa peugada
Marcada
Nessa linha ondulada
Que vaga
Pela terna morada
Dos teus dias
Dessas horas
Bem passadas
Nesses
Trilhos
Segredados
Pelos apelos deixados
Pelos mais ternos momentos
Esses tão sedentos
Dessa água viva
Por ti a dentro
A escoar
Essa voz renascida
Cantiga de alegria
Que se deixou abeirar
E nessa onda
Luzidia
Que reflete
a luz do dia
E na noite
Se deixa abraçar
Nessa cantiga
Escondida
Nessas luzes de magia
Que cintilam
Na noite
Tão vazia
Esquecida
Preenchida
Por esse algo
A se entregar
Esse silêncio
Ausente
Esse terno presente
Plantado
Entre o fruto desse futuro
Deixado
E nessa lembrança
Que se eleva
Desde o passado
Onda que chega
A renovar
Nessa praia
Ainda esquecida
Essa eterna
Litania
Que nos encontra
E canta sem cessar
Essa antiga melodia
Que nos abraça
Sem parar
Esse manto
Da alegria
De voltar
Ao nosso lar
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Texto sobre o amor.
Minha noite é uma caminhada para o dia... que vem em silêncio se aproximando em cantos de chiados por passarinhos - meus olhos estão quei…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Coruja Doce ê..
Julian Lael
Porque inteligência é tão braba, Não há como fugir dela pinguim; E age na surdina, logo acaba, Com o intelecto do mai…
Julian Lael
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski