Rosas vermelhas pelo ar
Quando te conheci,
naquela noite de verão,
o amor renasceu dentro de mim,
na Prainha de Portimão,
poucas horas depois,
rosas vermelhas voavam pelo ar,
roupas brancas tendidas no Chão,
suores frios do nosso amar,
queimavam com fogo da nossa paixão.
Hoje acordei,
com uma vontade imensa de chorar,
Sei que entraste em mim,
pra nunca te esquecer e
lembrar-te pra sempre com muito amor,
Na minha face, baixam duas lágrimas,
uma se chama saudade a outra dor,
Eu sei que fui muito mau,
ao afastar-te de mim,
sofro por fora e por dentro,
hoje eu compreendo-te, aqui e ali,
que tudo o que eu quis perdi,
olha bem nos meus olhos encharcados,
que choram, cada dia mais e mais, por ti ...
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Flores e amores
Poderia ter nascido uma flor, mas o que nasceu era um sentimento.
Poderia ter sido uma rosa, mas era um amor.
Poderia estar em …
A poesia de JRUnder
Poeira em desencanto.
Tem vezes que quando observo o infinito - todas as cores despontam... e meus olhos e ouvidos ouvem o chiar das trombetas dos deuses. A t…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Brasil ! teus filhos exigem mudanças (soneto) - 11/05/2016
Brasil ! teus filhos exigem mudanças,
A mudança radical, te conclamam
Jazem de joelhos suas esperanças
Por um …
Armando A. C. Garcia
Naturalmente, (soneto) - 12/12/2017
Naturalmente, sonhando acordado
Controlando desejo e emoção
Verdade ou mentira, que importa então,
Se este meu…
Armando A. C. Garcia