Passagem
Foi um dia de chuva...
Minhas lentes molhada,
Visão embaraçada,
Pessoas na frente
Do mercado,
Esperando a chuva
Passar. Pessoas
Do mercado
Fazendo compras
Pessoas no bar
Embriagando-se
E outras conversando,
Alguns no lado de fora
Fumando cigarro.
Carros tocando diversas
Músicas em cada esquina.
Pessoas dançando
Alguns sentadas na praça
Como se não quisessem nada,
Faziam algumas paqueras,
Outros já namoravam
Na praça ou na esquina
Junto a um poste.
Casais andavam
De mãos dadas,
Crianças saiam correndo
Pela frente.
Enquanto os adultos
Matavam com cerveja
E cigarro,
As crianças se matavam
Com refrigerante,
E com o ar poluído,
Ar este que todos sofremos...
Os ônibus passam
Lotados, moleques assobiavam
E a mulher passava
Cheia de charme
Como se nada estivesse escutado.
Os carros, nem sempre
Andavam vazios,
Alguns carregavam a família
Para o interior,
E outros carregavam
Mulheres de vida fácil,
E se arriscavam
Em aventuras, álcool, cigarro,
Sexo e alta velocidade cerebral,
No dia seguinte.
Algumas mães desesperadas
Com a morte do filho,
Quem sabe de 11 anos...
Alguns corriam devido
Ao tiro, outros
Caíam no chão,
Alguns iam para o hospital
Morrer na espera,
E alguns morriam
Antes de chegar no hospital.
Milhares de pessoas vivendo
Na internet, dentro das redes
Sociais, milhares de pessoas
Conversando uma com as outras,
Mas, sentindo-se sozinhas.
Vendedor no meio da rua
Tentando vender as mercadorias,
Pessoas perdendo as mercadorias
Para a prefeitura.
Alguns pediam e outros assaltavam o trabalhador.
Pessoas de todos os tipos
De todas as formas,
De todo jeito.
Valter Bitencourt Júnior
Minhas lentes molhada,
Visão embaraçada,
Pessoas na frente
Do mercado,
Esperando a chuva
Passar. Pessoas
Do mercado
Fazendo compras
Pessoas no bar
Embriagando-se
E outras conversando,
Alguns no lado de fora
Fumando cigarro.
Carros tocando diversas
Músicas em cada esquina.
Pessoas dançando
Alguns sentadas na praça
Como se não quisessem nada,
Faziam algumas paqueras,
Outros já namoravam
Na praça ou na esquina
Junto a um poste.
Casais andavam
De mãos dadas,
Crianças saiam correndo
Pela frente.
Enquanto os adultos
Matavam com cerveja
E cigarro,
As crianças se matavam
Com refrigerante,
E com o ar poluído,
Ar este que todos sofremos...
Os ônibus passam
Lotados, moleques assobiavam
E a mulher passava
Cheia de charme
Como se nada estivesse escutado.
Os carros, nem sempre
Andavam vazios,
Alguns carregavam a família
Para o interior,
E outros carregavam
Mulheres de vida fácil,
E se arriscavam
Em aventuras, álcool, cigarro,
Sexo e alta velocidade cerebral,
No dia seguinte.
Algumas mães desesperadas
Com a morte do filho,
Quem sabe de 11 anos...
Alguns corriam devido
Ao tiro, outros
Caíam no chão,
Alguns iam para o hospital
Morrer na espera,
E alguns morriam
Antes de chegar no hospital.
Milhares de pessoas vivendo
Na internet, dentro das redes
Sociais, milhares de pessoas
Conversando uma com as outras,
Mas, sentindo-se sozinhas.
Vendedor no meio da rua
Tentando vender as mercadorias,
Pessoas perdendo as mercadorias
Para a prefeitura.
Alguns pediam e outros assaltavam o trabalhador.
Pessoas de todos os tipos
De todas as formas,
De todo jeito.
Valter Bitencourt Júnior
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