Um Gesto de Amor
Faria um mundo melhor sempre que pudesse. Mas se ele acabasse hoje, inventaria outro tão especial quanto esse para nós. Porém, no lugar do egoísmo desenharia uma primavera, no da indiferença, pintaria um jardim – onde haveria um casal de jardineiros cultivando as sementes da arte: gotas de orvalhos, flores, espinhos, pássaros, insetos, e, crianças, ainda inocentes, brincando com gude, de pega-pega, esconde-esconde ou bolinha de sabão...
Se o sol não brilhasse mais lembraria que havia apanhado no quintal de uma doce velhinha uma semente de girassol e só a fim de olhar para você acenderia uma luz, de uma vez por todas diria-lhe: não me deixe mais aqui tão só!
Se a lua se apagasse para sempre, mergulharia no mais profundo dos oceanos, pegaria uma estrela e faria refletir desta esperança uma constelação de versos as noites escuras, só a fim de vê-la feliz, perto de mim ou onde você estivesse.
Se o ar fosse suprimido, cautelosamente respiraria menos, faria de um pulmão uma nova Amazônia para compartilha contigo toda a pureza dos dias, só a fim de tê-la respirando perto de mim.
Se o mar secasse por inteiro e tivesse levado toda a areia da praia, pegaria um pouco de terra do nosso jardim inventado e jogaria por onde você fosse passar, só a fim de seguir suas pegadas para carinhosamente protegê-la.
Se o tempo não tivesse favorável aos nossos sonhos enfrentaria terremotos, tempestades, furacões, secas, frios... e ao encontrá-la convidaria para tomarmos banho de chuva, só a fim de celebrarmos nossos dias no mundo da liberdade e da imaginação.
Idem, como breves inocentes, brincaríamos mais e mais com vida, até entendermos que ela não passa de uma rápida brincadeira e que seria uma grande bobagem deixa para fazer amanhã, o que se pode fazer agora.
Se a poesia fosse extinta do universo escreveria estrofes com sabores de morango e sonetos com aromas de Alfazemas nas leves correntes das brisas, e antes do amanhecer dos dias cantaria a mais bela das canções, só a fim de curar sua angustia, transformando-a numa suave e gostosa harmonia.
E se isso ainda fosse pouco para convencê-la que as nossas vivencias são recíprocas, espetaria meu dedo num espinho, com o sangue desenharia um arco íris, e sob suas cores arquitetaria um palco para encenar uma comédia, só a fim de sentir teu sorriso da plateia. Todavia, antes que o espetáculo terminasse, diria-lhe enfaticamente para que todos soubessem: se liga o show da vida só tem importância com você!
Se o sol não brilhasse mais lembraria que havia apanhado no quintal de uma doce velhinha uma semente de girassol e só a fim de olhar para você acenderia uma luz, de uma vez por todas diria-lhe: não me deixe mais aqui tão só!
Se a lua se apagasse para sempre, mergulharia no mais profundo dos oceanos, pegaria uma estrela e faria refletir desta esperança uma constelação de versos as noites escuras, só a fim de vê-la feliz, perto de mim ou onde você estivesse.
Se o ar fosse suprimido, cautelosamente respiraria menos, faria de um pulmão uma nova Amazônia para compartilha contigo toda a pureza dos dias, só a fim de tê-la respirando perto de mim.
Se o mar secasse por inteiro e tivesse levado toda a areia da praia, pegaria um pouco de terra do nosso jardim inventado e jogaria por onde você fosse passar, só a fim de seguir suas pegadas para carinhosamente protegê-la.
Se o tempo não tivesse favorável aos nossos sonhos enfrentaria terremotos, tempestades, furacões, secas, frios... e ao encontrá-la convidaria para tomarmos banho de chuva, só a fim de celebrarmos nossos dias no mundo da liberdade e da imaginação.
Idem, como breves inocentes, brincaríamos mais e mais com vida, até entendermos que ela não passa de uma rápida brincadeira e que seria uma grande bobagem deixa para fazer amanhã, o que se pode fazer agora.
Se a poesia fosse extinta do universo escreveria estrofes com sabores de morango e sonetos com aromas de Alfazemas nas leves correntes das brisas, e antes do amanhecer dos dias cantaria a mais bela das canções, só a fim de curar sua angustia, transformando-a numa suave e gostosa harmonia.
E se isso ainda fosse pouco para convencê-la que as nossas vivencias são recíprocas, espetaria meu dedo num espinho, com o sangue desenharia um arco íris, e sob suas cores arquitetaria um palco para encenar uma comédia, só a fim de sentir teu sorriso da plateia. Todavia, antes que o espetáculo terminasse, diria-lhe enfaticamente para que todos soubessem: se liga o show da vida só tem importância com você!
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