BARCO FURADO NO MAR DA SOLIDÃO
Não é razoável querer amar
Alguém que não se encontra
É tão difícil esperar
E da razão não mais faz conta
Se joga em aventuras
Suporta amarguras
Confia no carente coração
Anda pela contra mão de direção
É complicado explicar
A tortura do abandono
Vagando sozinho pelos cômodos
Em noites que se perde o sono
É tão difícil de remar
No mar da solidão
Sem o barco afundar
E afogar seu coração
Mas a razão é encontrar
Quem repare o casco do barco
Para junto navegar.
Erimar Lopes.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Palavras escritas.
Tudo que escrevo se torna em vão - não há resposta das palavras escritas : com muito amor e muita alegria - satisfação. Tudo que penso …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Maculável Mulher.
Por onde tu andares , lá estarei junto ... pois sempre que precisares de minha presença - com minhas mãos estendidas te recuperarei. Se…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Haicais sentido
Haicais sentido
Jorge E. Leal
Finjo no verão,
Não ver outras estações,
E curto as nuances. …
Julian Lael
Conluios
conluios maquetas inventários nada a limpo em momento algum ó, ninguém soube dizer como o velho barco ficara na praia por décadas, e de …
Darlan de Matos Cunha